não,
não quero mais viver à luz da sombra
quero redes e rosas como amantes
deitadas ao meu lado, respiro, e calmo.
longos goles entre os dedos,
maçãs e auréolas
ventos fortes na velha cortina.
quero o latido do cão amigo,
ave de rapina, voando longe
chuva nos lábios da primavera
a beleza e o seu palco
que abram-se os veludos das nascentes
eu correrei como o rio
e já rio de minha partida.
2 comentários:
gostei do que li por aqui, bacana ver que os blogs (ainda) resistem!! =)
achei bacana esse trecho.
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